quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Passione: ele é vilão ou mocinho?

Como se não bastasse todo o mistério de Passione, o autor Silvio de Abreu resolveu colocar mais um personagem para esquentar a trama. Entra no ar no dia 11 (quinta-feira da próxima semana), André, interpretado pelo ator e cantor gaúcho Marcos Suhre.
O personagem é irmão de Diana (Carolina Dieckmann) e mora no interior de São Paulo. Já foi ao ar a cena em que a jornalista atende ao telefonema da mãe, preocupada com o sumiço dele.  

Diana reencontra o irmão depois de dar um esbarrão nele na rua.  Ao perceber quem é, ele o acolhe e o leva para casa. Só que André fugirá. “Ele vai acordar e roubar todo o dinheiro que encontrar na casa de Diana. Depois, sumirá de novo”, adianta o ator.
Marcos Suhre ainda não sabe de onde seu personagem veio e nem para onde irá ou se é vilão ou mocinho, mas acredita que ele terá uma ligação com Danilo (Cauã Reymond). “Vou achar ótimo se eu abordar o tema do vício em drogas, que é uma ótima discussão social”, torce.

Bruno e mais oito réus participam de audiência do caso Eliza em MG

O goleiro Bruno e mais oito réus do processo sobre o desaparecimento e morte de Eliza Samudio assistem à uma audiência no fórum em Ribeirão das Neves, Região Metropolitana de Belo Horizonte, nesta quarta-feira (3). Na chegada ao fórum, o goleiro mandou beijos para algumas pessoas que gritavam palavras de apoio a ele e à ex-mulher, Dayanne de Souza, uma das rés.

Bruno, Luiz Henrique Romão - o Macarrão -, Marcos Aparecido dos Santos - o Bola -, Elenilson Vitor da Silva, Flávio Caetano e Wemerson Marques chegaram juntos ao fórum na manhã desta quarta-feira (3). Em seguida, chegaram Sérgio Rosa Sales, Fernanda Gomes de Castro e Dayanne de Souza.

De acordo com a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, 15 testemunhas de defesa do processo que investiga o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, ex-namorada do goleiro Bruno Fernandes, vão ser ouvidas em audiência no Fórum de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a juíza Lucimeire Rocha preside a sessão.

Presidente ou Presidenta? Polêmica, agora, é como o brasileiro vai chamar sua superpoderosa

Imagina uma cena assim.
- Presidente, presidente, como vai a senhora?
- Presidente uma conversa. Me respeite que eu sou é presidenta. Presidentaaa, entendeu bem? Presidenta!
Este suposto carão de Dilma é só um exercício de fantasia. Mas bem que poderia ilustrar a encruzilhada sociolinguística que sucedeu a eleição de Dilma Rousseff  presidente do Brasil. Ou presidenta. 
A questão pode parecer irrelevante, pois à primeira vista, tanto faz chamar de um ou de outro jeito. Mas ela traz em seu rastro inquietações decisivas para os próximos quatro anos. A escolha por uma ou outra opção gera resultados bem diferentes. Do ponto de vista da norma culta, os dicionários Aurélio e Houaiss já recomendam o uso de presidenta como feminino de presidente ou para a mulher do presidente, mas o debate não se esgota aí.
Chamar presidenta fortalece a luta feminista porque sinaliza logo tratar-se de uma mulher? Presidente, como alguns preferem, é melhor que presidenta para os ouvidos e leitores sensíveis? Dá pra chegar a uma conclusão ou cada um faz sua escolha?

A professora Paula Gemima, especialista em linguagem de sinais para deficientes auditivos, optou por chamar presidente. “Assim, fazemos um sinal só com a mão, pois o sinal já traz implícita a ideia que é um homem presidente. Se chamar presidenta, seriam dois sinais, um para o cargo e outro para mulher”, simplificou, antes de treinar mais um aluno em Paripe, no Subúrbio, onde mantém seu curso.

Antes das provas do Enem, aprenda a afastar a tensão pré-vestibular















Eles passaram o Dia de Finados enterrando a cara na apostila e chorando a saudade dos tempos do maternal. Agora, a três dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que acontece nesse sábado e domingo, estudante experimentado sabe que é hora de encarar a conhecida Tensão Pré-Vestibular (TPV).

O pacote inclui ansiedade, insônia, falta de apetite, dificuldade de concentração e outras armadilhas do estresse que podem sepultar o sonho de entrar na tão sonhada faculdade. Casal de namorados, Fernanda Lima, 19 anos, e Camilo Fonseca, 21, trocou o sol do feriadão pela sala do cursinho Universitário, na Piedade.
Difícil foi dispensar os amassos. “A gente se completa. Eu estimulo Fernanda a estudar e ela me ajuda a relaxar”, relata Camilo. É a dica que faltava para a estudante Tatiane Moreira (nome fictício), 19 anos, da Central do Vestibular. Ela pediu à equipe de reportagem para não ser identificada por um motivo: “Meu pai não pode nem sonhar que eu estou namorando”, implora a aluna, que namora escondido no cursinho.
“É muita pressão. Estou tentando para Direito pela segunda vez e, se eu não passar, meu pai vai colocar a culpa nele”, diz, acrescentando em tom de promessa: “Assim que passar ele vai ficar sabendo”.
QUEBRA GELO Para a terapeuta familiar Ana Liése Leal, candidato e família devem encarar com naturalidade a expectativa  em torno da aprovação. “Na reta final, o mais comum é que o candidato fique preso aos estudos, o que gera uma tensão maior”.

“Cada um encontra um jeito diferente para se sentir bem. O ideal é fazer uma atividade física moderada, para liberar endorfina. Outra saída são as atividades lúdicas, sair com os amigos ou viajar”, sugere a terapeuta, que só faz apenas uma ressalva: “É importante evitar extremos. A dica é relaxar, não enfiar o pé na jaca”.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Vitória alivia drama e reduz risco pela metade











Entre aqueles que brigam na parte de baixo da tabela, o Vitória foi o grande beneficiado da 32ª rodada do Brasileirão. Graças ao triunfo sobre o Vasco (4 a 2) no Barradão, deixou o Z-4 e abriu três pontos de diferença para o time que abre o grupo dos quatro últimos, o Atlético-MG. Com isso, viu seu risco de rebaixamento cair de 41% para 20%. Outro time que melhorou a sua situação, mas nem tanto, foi o Avaí: passou de 86% para 76% após bater o Guarani na Ressacada.
Dos times que seguiram o caminho inverso e pioraram a sua situação, foi o Atlético-MG que teve a maior variação. O seu risco de queda, que era de 30% até o início da rodada, pulou para 46% com a derrota em casa para o Botafogo.

Nordeste foi a região em que Dilma teve maior vantagem

 
O segundo turno das eleições presidenciais foi definido especialmente pela Região Nordeste, onde a candidata petista, Dilma Rousseff, teve 10,7 milhões de votos a mais que o tucano José Serra. Os dados foram apresentados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) hoje (1º), após concluir a apuração de todas as urnas do país.
Dilma surpreendeu o PSDB ao se sair melhor que Serra também na Região Sudeste, em que o partido de oposição costuma ter mais votos. Apesar de os tucanos terem conquistado os governos de São Paulo e Minas Gerais - os dois maiores colégios eleitorais do país -, Dilma teve 1,6 milhões de votos a mais que Serra na região.
A petista ainda teve vantagem na Região Norte, de pouco mais de 1 milhão de votos. Nos votos em trânsito, de pessoas que estavam viajando e se cadastraram para votar fora de seu domicílio eleitoral, a futura presidente teve cerca de 3 mil votos a mais que seu adversário.
José Serra, por sua vez, destacou-se nas regiões Sul e Centro-Oeste. Na primeira, teve 1,2 milhão de votos de vantagem sobre a petista, apesar de os gaúchos terem escolhido no primeiro turno Tarso Genro, do PT, para governador. Na segunda, a vantagem foi de quase 129 mil votos a mais. O tucano ainda teve maioria nos votos de brasileiros no exterior - vantagem de 14,8 mil eleitores.
No total, Dilma Rousseff teve cerca de 55,7 milhões de votos em todo o país. Foram 12 milhões de votos a mais que José Serra, que teve ao todo 43,7 milhões. Do total de mais de 135 milhões de eleitores, 29,1 milhões não comparecerão para votar. A abstenção foi de 21%. Votos brancos e nulos somaram cerca de 7 milhões.
Repórteres : Iolando Lourenço e Mariana Jungmann
Edição: Nádia Franco
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Equipe de transição de Dilma terá Palocci, Dutra e Pimentel

A presidente eleita Dilma Rousseff definiu nesta segunda-feira a equipe de transição de governo, informou uma fonte próxima à negociação.
A escolha foi feita em reunião na residência de Dilma em Brasília um dia depois da eleição.
O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci (PT-SP) e o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel deverão cuidar da parte institucional.
O presidente do PT, José Eduardo Dutra, e o deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP) vão negociar com os partidos da coligação que apoiou a eleição de Dilma.
Já o assessor especial da Presidência, licenciado, Marco Aurélio Garcia, cuidará da área internacional. Inclui ainda Clara Ant, que cuidou do banco de dados durante a campanha.
(Reportagem de Raymond Colitt)